sábado, 5 de outubro de 2013

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Clemer revela telefonema de Abel e desconversa: 'Me desejou boa sorte'

Ex-goleiro assume como interino após saída Dunga. Já o amigo e treinador o comandou no Mundial de 2006 e é o grande candidato a ocupar o cargo

Por Porto Alegre
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Clemer treinará o Inter interinamente neste domingo. Abel Braga é o principal favorito para assumir a equipe. E os dois se falaram neste sábado para trocar ideias sobre a partida diante do  Fluminense. Indício da proximidade do acerto com o técnico campeão da Libertadores e do Mundial em 2006.
- O Abel me ligou hoje. Ele desejou-me boa sorte. Ele não me disse que vinha, mas, se chegar, será bem vindo - falou o ex-goleiro aos risos, em sua entrevista coletiva após o primeiro treino, tentando despistar os jornalistas.
Os dois são grandes amigos. Desde quando deu seus primeiros passos como treinador da base, Clemer sempre disse que Abel era uma de suas referências.
Clemer técnico Inter (Foto: Tomás Hammes / GLOBOESPORTE.COM)Clemer comandou primeiro treino neste sábado (Foto: Tomás Hammes / GLOBOESPORTE.COM)
E não só isso. Ex-técnico do Fluminense,  Abelão conhece bem a equipe das Laranjeiras. Seu filho, o volante Fábio Braga, segue no Tricolor. Mas, nem por isso, o treinador deixou de passar algumas dicas para o amigo. Pelo menos é o que Clemer, bem humorado, acredita:
-  Até peguei umas informações com ele, mas o filho do Abel parece que vai jogar. Então, não sei foram corretas - brincou novamente. -  Deu para tirar alguma coisa. O Abel é como se fosse um pai para mim. Ganhamos muito juntos. Tenho muito carinho por ele, e sei que a recíproca é verdadeira. Sempre pego algum ensinamento com ele. Ele deu-me muita confiança.
Com a benção de Abel, Clemer busca recolocar o Inter no caminho das vitórias. O Colorado, que perdeu os últimos quatro jogos pelo Brasileirão, pega o Flu, às 16h, no Centenário, em Caxias. Enquanto isso, nos gabinetes, o Inter tenta a contratação de um técnico. Abel é o preferido, mas ainda não foi convencido a começar um trabalho com a temporada em andamento.
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sexta-feira, 4 de outubro de 2013

- Atualizado em

Após Falcão e Fernandão, era Luigi reforça sina e 'queima' mais um ídolo

Dunga é demitido e, mesmo sem declarações em tom crítico à gestão,
deixa clube com sua imagem desgastada devido aos maus resultados

Por Porto Alegre
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Uma Recopa, três Gauchões e um estádio remodelado. Iniciada em 2011, a gestão do presidente Giovanni Luigi tem suas marcas positivas inegáveis, mas também carrega uma sina que respinga na história do próprio clube. A demissão de Dunga na tarde desta sexta-feira é a terceira saída abrupta de um antigo ídolo colorado em pouco mais de dois anos. Antes, Falcão e Fernandão se despediram extremamente desgastados do cargo de treinador da equipe, com discursos de mágoa em relação à direção.
Dunga técnico Inter (Foto: Tomás Hammes / GLOBOESPORTE.COM)Dunga sofre do mesmo mal de Falcão e Fernandão (Foto: Tomás Hammes / GLOBOESPORTE.COM)
Além dos já citados, Luigi contratou outros dois técnicos, Celso Roth e Dorival – Osmar Loss também atuou como interino. E apenas nas saídas dos antigos ídolos é que se notou um tom traumático. Primeiro, foi com Paulo Roberto Falcão, ex-meio-campo da Seleção, tricampeão invicto com o Colorado em 1979. O Rei de Roma já havia treinado o Inter, em passagem discreta em 1993, e estava há quase 20 anos fora do mercado quando, em 2011, resolveu assumir a equipe após a demissã de Roth em meio à Libertadores.

Falcão detona presidente no adeus
falcão coletiva internacional   (Foto: Alexandre Alliatti/Globoesporte.com)Falcão chora na despedida do Colorado
(Foto: Alexandre Alliatti/Globoesporte.com)
Mas Falcão durou pouco tempo. Apenas 99 dias ou 19 jogos. Venceu o Gauchão na casa do maior rival em decisão emocionante nos pênaltis. Mas a queda prematura na Libertadores, nas quartas de final, diante do Peñarol, e a trajetória vacilante no Brasileiro precipitaram a demissão. Em sua entrevista coletiva de despedida, choro e críticas abertas a Luigi.
– O presidente tem uma maneira de trabalhar que não é a minha maneira. Você acha que o presidente me queria treinador do Internacional? E você? E você? Se ele não me queria, a relação nasce ruim. Não tenho o hábito de dar a escalação antes do jogo. Dou para os jogadores. O treinador não pode discutir escalação. Se o resultado não acontece, tem de ser cobrado. Discutir escalação não pode. Ou confia no profissional ou troca.

Fernandão teria fugido de complô
Fernandão chora na despedida do Internacional (Foto: Wesley Santos / PressDigital)Fernandão chora na despedida do Internacional
(Foto: Wesley Santos / PressDigital)
Fernandão também chorou ao cair antes do fim do Brasileirão passado. Capitão do título mundial de 2006 e autor do gol mil dos Gre-Nais, o ex-centroavante era o diretor executivo do clube e assumiu o comando técnico após demitir Dorival Júnior. Também durou pouco tempo: permaneceu no cargo por 122 dias. E teria saído pelo temor da direção em haver um complô dos jogadores contra o treinador no Gre-Nal.
– Uma coisa que aprendi (após a reunião decisiva com a direção): você não pode falar a verdade no futebol. Não vou mentir, mas vou omitir. Me guardo o direito de ficar calado. Os motivos (da demissão), se são verdadeiros (que o grupo não o apoiaria no Gre-Nal), eu não posso falar nada. Só tenho que agradecer à torcida.
Entre os ídolos, Dunga sai com números melhores. Também teve mais jogos, 52 oficiais. Nestes, 25 vitórias, 18 empates e nove derrotas, um aproveitamento de 58%. Falcão deixou o clube com 50,87% de aproveitamento: 19 partidas, oito vitórias, cinco empates e seis derrotas. E Fernandão obteve 44,87% no seu desempenho em 26 jogos: nove vitórias, oito empates e nove derrotas.

Além da melhor campanha, Dunga foi o que adotou discurso mais ameno. Em nota oficial, usou tom político e, em vez de críticas, reafirmou seu lado torcedor do clube.
– Peço desculpas a todos por qualquer falta e, neste sentido, saibam que, para e em mim, não há rancores, somente a frustação de não ter proporcionado melhores resultados e conquistas ao Sport Club Internacional – disse o ex-técnico do Inter.

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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Dura rotina03/10/2013 | 22h54

Inter perde para o Vasco por 3 a 1 e coloca continuidade de Dunga em xeque

Equipe sofreu gol nos primeiros minutos mais uma vez e foi desorganizada em campo

Inter perde para o Vasco por 3 a 1 e coloca continuidade de Dunga em xeque Paulo Sérgios/Agência Lancepress!
Inter teve atuação apagada em Macaé diante do Vasco Foto: Paulo Sérgios / Agência Lancepress!
Vem na declaração de D'Alessandro no intervalo da derrota do Inter para Vasco, nesta quinta-feira, em Macaé, quando ainda estava 2 a 1 no placar, o resumo da temporada do time de Dunga no Brasileirão:
— O campeonato vai embora. Esta é a realidade.
JOGO AO VIVO: relembre os lances de Vasco x Inter
O camisa 10 do Inter referia-se ao gol de Edmilson, aos nove minutos do primeiro tempo, o sétimo gol sofrido no campeonato nacional antes de a partida completar 10 minutos. Mas o argentino poderia apontar a lentidão da equipe na transição da defesa para o ataque, os passes sem objetividade entre os jogadores do meio-campo. Ou ainda a bobeada de Ygor no gol de André ao final do primeiro tempo, quando o volante fez as vezes de pivô na triangulação proposta pelo fraco time de Dorival Júnior e matou o time de Dunga.
O treinador apostou na base do time que fez frente ao Cruzeiro no último domingo. Ygor substituiu Josimar, suspenso. Índio retornou à zaga na vaga de Ronaldo Alves e D'Alessandro assumiu o posto de Alan Patrick. Caio e Otávio deixaram mais uma vez Diego Forlán e Leandro Damião no banco de reservas na tentativa de envolver o time carioca em jogadas de velocidade. Não foi feliz.
Ao contrário do que ocorreu no Estádio do Vale, quando a marcação do Inter fez frente ao líder ao menos nos primeiros 45 minutos de jogo, o que se viu no Rio de Janeiro foi um Inter sem vontade e cada vez mais longe da vaga à Libertadores. D'Alessandro esbravejava contra a arbitragem. Otávio discutia com o marcador junto à linha de fundo. Juan e Índio batiam cabeça ao tentar afastar a mesma bola na intermediária de defesa. Um horror.
O Vasco, desesperado por estar entre os que se revezam na zona de rebaixamento, apostava em Juninho Pernambucano para armar as principais jogadas. O contestado e ex-gremista Cris marcava bem e fazia sombra a Caio. Fillipe Soutto e Pedro Ken jogavam firmes, sérios. E assim o Vasco envolveu o Inter no primeiro tempo.
Na etapa final, Dunga chamou Forlán para o jogo. O goleador dos gaúchos em 2013 com 17 gols fez algumas tabelas com D'Alessandro e Jorge Henrique. Mas o Inter seguia devagar e proporcionava ao Vasco um avenida no meio de campo para contragolpes. Aos 15 minutos, Marlone driblou dois marcadores e chutou por sobre o gol de Muriel. Aos 20, Willie deixou Juan para trás e sofreu a falta. O zagueiro acabou recebendo o terceiro amarelo e desfalca o Inter contra o Fluminense, domingo, no Centenário. A pá de cal veio do próprio Willie, aos 29 minutos, após bobeira da zaga colorada.
A quarta derrota seguida no Brasileirão acende a luz vermelha para a permanência da comissão técnica no Beira-Rio. Sorte de Dunga que ainda há a Copa do Brasil, dia 23, contra o Atlético-PR. O Brasileirão acabou. Libertadores, só em sonho.
BRASILEIRÃO — 25ª RODADA — 3/10/2013
VASCO (3)Diogo Silva; Fagner, Jomar, Cris, Yotún; Fillipe Soutto, Pedro Ken, Juninho (Sandro Silva, 27'/2ºT), Dakson (André, 27'/1ºT); Marlone, Edmilson (Willie, 16'/2ºT)
Técnico: Dorival Jr.
INTER (1)Muriel; Gabriel, Índio, Juan, Kleber; Ygor (Leandro Damião, 22'/2ºT) Willians, Jorge Henrique, D'Alessandro; Otávio (Forlán, intervalo), Caio (Airton, 28'/2ºT)
Técnico: Dunga
Gols: Edmilson (V), aos nove, Jorge Henrique (I), aos 18 minutos, André (V), aos 43 minutos do primeiro tempo; Willie (V), aos 30 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: D'Alessandro, Juan (I), André (V)
Arbitragem: Luiz Flavio de Oliveira, auxiliado por Bruno Boschilia e Marrubson Melo Freitas
Renda: R$ 127.280,00
Público: 10.220 pessoas
Local: Estádio Cláudio Moacyr, em Macaé (RJ)
PRÓXIMO JOGO — BRASILEIRÃO
DOMINGO, 6/10/2013, 16H
INTER X FLUMINENSE

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

- Atualizado em

Índio defende Dunga e cita frase do técnico para mostrar mobilização

Zagueiro está confiante em retomada de vitórias pelo Inter e lembrou comandante, que dissera 'desisitir é para os fracos'

Por Porto Alegre
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Índio, zagueiro do Inter (Foto: Diego Guichard)Índio, zagueiro do Inter (Foto: Diego Guichard)
“Desistir é para os fracos”. A frase citada por Dunga após o empate em 2 a 2 contra o Atlético-PR, pela Copa do Brasil, se tornou um tipo de mantra para o grupo colorado. O zagueiro Índio, em entrevista concedida nesta quarta-feira, após o treino no CT da Gávea, incorporou o “espírito” do chefe. Deixando claro o apoio ao comandante, usou a expressão do treinador como uma forma de manter a fé no crescimento do grupo.
- Ele (Dunga) tem todo apoio da diretoria e dos jogadores. Todos estão trabalhando. Ele usou a frase “desistir jamais, é para os fracos”. Os jogadores estão com esse mesmo espírito - comenta o zagueiro.
Há três jogos sem vitória no Brasileirão, o Inter necessita da vitória contra o Vasco, nesta quinta, para se manter na cola do G-4. Para isso, de acordo com Índio, Dunga tem trabalhado o brio de cada atleta. 
- O Dunga é um excelente treinador. Todo mundo conhece a pessoa e história dele. Tem nos passado muita motivação e força. Estamos procurando se doar e dar o melhor a cada dia – afirma.
Índio retorna ao time depois de cumprir suspensão contra o Cruzeiro, no final de semana. Será o companheiro de Juan no sistema defensivo. O zagueiro também discorreu sobre um dos principais problemas recentes na equipe: os gols sofridos em início de partida.  Contra o Cruzeiro, por exemplo, o Inter levou gols no começo do primeiro e segundo tempo.
- O Dunga tem sempre cobrado nosso início de jogo. Esperamos que seja diferente. Todo mundo trabalha para entrar e não sofrer gol – afirma.
Na sétima colocação do Brasileirão, com 34 pontos, o Inter está sete atrás do Atlético-PR – quarto e último que estaria garantindo uma vaga à Libertadores em 2014 – e 19 do líder Cruzeiro. Enfrenta o Vasco, às 21h desta quinta, em Macaé.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

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Alex acusa dores lombares e desfalca o Inter nos próximos dois jogos

Meia se junta a Scocco, Bolatti, Alan, Alan Patrick e Josimar como jogadores que Dunga não contará diante de Vasco e Fluminense

Por Porto Alegre
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Alex conversa com médico do Inter Mateus Falcão (Foto: Tomás Hammes / GLOBOESPORTE.COM)Alex conversa com médico do Inter Mateus Falcão
(Foto: Tomás Hammes / GLOBOESPORTE.COM)
Seguem os problemas. Além de Scocco, Bolatti, Alan e Alan Patrick, Dunga agora perdeu Alex. O meia acusou dores lombares e desfalcará o Inter contra Vasco e Fluminense, quinta-feira e domingo, respectivamente, pelo Brasileirão.
Alex não participou do treino na manhã desta terça. Ele permaneceu no vestiário realizando trabalhos diferenciados. Juan foi a outra ausência do exercício, mas apenas pela preservação em razão dos jogos em sequência.
Além do meia, Scocco se recupera de uma entorse no tornozelo direito. Bolatti passou por uma cirurgia no pé direito na Argentina. A previsão é de que precise 30 dias para a recuperação. Alan sofreu uma lesão muscular na coxa esquerda.
Alan Patrick também passará por um procedimento cirúrgico. O meia apresentou uma fratura no osso da mão esquerda e ficará afastado por 35 dias.
Completa a lista de problemas Josimar. O volante levou o terceiro cartão amarelo e cumprirá diante da equipe de Dorival Júnior.
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Clemer comanda sub-23 e exalta contato com elenco mais experiente

Treinador está substituindo interinamente André Döring. Em seu primeiro jogo, empate em 0 a 0 com o Brasil-Pe

Por Porto Alegre
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Clemer (Foto: Globoesporte)Clemer está comandando interinamente o sub-20
do Inter (Foto: Globoesporte)
E Clemer ganha mais uma experiência em sua carreira como técnico do Inter. Recém alçado ao cargo na categoria sub-20, o ex-goleiro comandou o time sub-23 no empate em 0 a 0 com o Brasil-Pe, na última segunda-feira, no Bento Freitas, em Pelotas, pelo jogo de ida das quartas de final da Copa Willy Sanvitto.

Apesar do resultado, o treinador elogiou a postura da equipe. Clemer viu o time com ímpeto de buscar o gol a todo instante, sempre atuando com velocidade para superar a marcação Xavante.

- Foi um jogo complicado. O Brasil-Pe possui um time de qualidade, e tivemos dois dias para montar o nosso. Saímos com duas linhas de quatro, alterando para uma espécie de 4-2-4 com a posse de bola, para aproveitar a velocidade dos extremas. Criamos chances claras de gol, o Luiz Muller (goleiro adversário) fez grandes defesas. Merecíamos a vitória.

Clemer está substituindo interinamente André Döring, que já havia começado a Copa do Brasil sub-20. Nesta quarta, o treinador terá sua segunda partida pelo time sub-23. O Colorado enfrentará o Cerâmica, pela segunda rodada do returno da Copa Metropolitana, às 15h30, no Centro de Treinamentos de Alvorada. Para Clemer, a oportunidade já o coloca para encarar os primeiros desafios com profissionais:

- O sub-23 é um elenco já com nível profissional. A experiência está sendo muito boa. Preparei-me para esta situação. A atuação contra o Brasil-Pe comprova que estamos no caminho certo.
No final de semana, quando retornar ao sub-20, Clemer colocará à prova seu 100% de aproveitamento na categoria. Tem três vitórias nos três jogos disputados, com nove gols marcados e apenas um gol sofrido, diante de Avenida, Veranópolis e Lajeadense.

domingo, 29 de setembro de 2013

Vai melhorar?29/09/2013 | 21h24

Dunga vê acerto em mudanças no time e mostra otimismo no futuro do Inter: "Vai ser diferente"

Técnico lamentou o fato de a equipe sofrer novamente gols no começo do jogo e viu partida equilibrado até o segungo gol cruzeirense

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Dunga vê acerto em mudanças no time e mostra otimismo no futuro do Inter: "Vai ser diferente" Fernando Gomes/Agencia RBS
Dunga e o Inter somaram a terceira derrota seguida no Campeonato Brasileiro Foto: Fernando Gomes / Agencia RBS
Time novo, resultado velho. Dunga promoveu muitas mudanças na equipe colorada, mas não conseguiu evitar a terceira derrota seguida do time no Campeonato Brasileiro. Como de praxe, o pós-jogo foi de muitas explicações.
CRÔNICA: Inter leva 2 a 1 do Cruzeiro no Vale e soma a 3ª derrota seguida no BrasileirãoMINUTO A MINUTO: Relembre os lances de Inter 1x2 Cruzeiro
As trocas, deixando jogadores como Forlán e Leandro Damião, o treinador justificou através da busca por mais velocidade, com Otávio e Caio iniciando o jogo.
— O resultado não nos agrada. Jogamos de igual para igual, mas futebol acontece. Colocamos dois jogadores de velocidade, eles recompõe bem o meio-campo. Optamos pela velocidade — disse. — Os titulares tínhamos no início do campeonato, depois tem que ir modificando. Jogadores que não estão em um bom momento. Hoje tentamos com maior velocidade na frente para surpreendê-los e as coisas estavam andando bem — completou.
O bom aproveitamento do Cruzeiro nas jogadas de ataque foi algo lamentado pelo comandante.
— Eles foram três vezes no nosso gol e fizeram dois gols. Primeiro tempo de intensidade enorme, e até o segundo gol do Cruzeiro estava equilibrado — disse. — Inter não caiu de produtividade, mas era difícil manter a intensidade nos 90 minutos. Eles fizeram o gol e conseguiram controlar o jogo. Tentamos um homem de área, mas não deu resultado — completou.
Apesar dos fracassos em sequência, Dunga mantém o otimismo quanto ao futuro do time. No entanto, evita projetar a Copa do Brasil, a competição que pode levar o Inter para a Libertadores.
— A angústia é porque criamos chances, o adversário vai três vezes e faz dois gols. Isso não nos deixa tranquilo. Isso vai ter que mudar — afirmou. — Daqui um mês muita coisa, pode mudar. Se você ver as oportunidades de gol, jogamos de igual para igual. Um mês é tempo demais, tenho certeza que daqui um mês tudo vai ser diferente — emendou.
Confira outras respostas do treinador:
Vaias da torcidaO torcedor tem direito de se expressar, queria ganhar. Quando um adversário como o Cruzeiro está em vantagem, você não consegue pressionar muito.
Gols sofridos no começo do jogoTem que ter solução, é acaso, mas tem que ter solução. Não pode sempre sair atrás do resultado, mas isso vai passar
Má fase de DamiãoNesse momento tem que dar tranquilidade ao jogador, a ansiedade acaba atrapalhando. Não só ele, mas o grupo tem que dar tranquilidade. Ele teve lesão e voltou e jogou o tempo todo.
Falta de tempo para treinarNão tem tempo para treinar, repetir a jogada e o posicionamento. Vamos treinar de manhã e já viajamos no outro dia. Não tem como detalhar o treinamento.