quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Missão internacional

Pratas da Dupla: Inter é convidado para disputar torneio em Dubai

Competição é destinada para a categoria sub-17

Por: Amanda Munhoz
04/02/2016 - 18h01min | Atualizada em 04/02/2016 - 18h04min
Pratas da Dupla: Inter é convidado para disputar torneio em Dubai Divulgação/Inter
Inter foi campeão da Frenz Cup no ano passadoFoto: Divulgação / Inter
O Inter recebeu e aceitou o convite para participar de um torneio em Dubai. O Hamdan Bin Mohammed 6th International Football Championship U17 acontecerá entre os dias 8 e 17 de abril e é destinada à categoria sub-17. 

Apesar da Copa do Brasil Sub-17 ocorrer próximo à data do torneio nos Emirados Árabes Unidos, o Inter confirmou presença. Decidirá nos próximos dias, porém, qual equipe mandará à competição. Na edição anterior, o torneio contou com a participação de Valência, Real Madrid e Milan – este último, sangrando-se campeão de 2015. 

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No ano passado, a base colorada trouxe para Porto Alegre troféus da Frenz Cup, disputada na Malásia e Indonésia, e Fallerhof Cup, na Alemanha. 

LA HISTORIA DE D'ALESSANDRO EN RIVEREl volante regresó al Más Grande; repasá sus inicios en el fútbol, en el Millonario y los títulos que obtuvo vistiendo la Banda roja.

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Andrés D’Alessandro volvió a vestir la Banda roja. Ya selló su vínculo con River y dio inicio a su segundo ciclo en el Club, luego de coronarse campeón de los torneos Clausura en 2000, 2002 y 2003. 
Hizo las Divisiones Inferiores en Núñez; se formó futbolísticamente y, en Quinta, subió a Reserva y comenzó a estar en la órbita de los entrenadores de Primera. Su debut oficial fue en mayo de 2000, con 19 años, contra Unión de Santa Fe, en el certamen del que el Millonario se consagró campeón.
En 2003, tras obtener dos títulos locales más, gracias a sus buenas actuaciones comenzó a estar en órbita de clubes europeos y fue transferido al Wolfsburgo de Alemania. Además, en 2001 integró el plantel campeón de la Copa Mundial Sub-20 y en 2004 ganó los Juegos Olímpicos.
D’Alessandro también militó en Portsmouth (Inglaterra), Real Zaragoza (España), San Lorenzo e Inter de Porto Alegre, donde jugó los últimos ocho años (allí obtuvo diez títulos, entre los que se destacan la Copa Sudamericana, Suruga Bank, Recopa Sudamericana y Copa Libertadores). 

PERFIL 

Nombre completo: Andrés Nicolás D’Alessandro
Fecha de nacimiento: 15/4/81 en Buenos Aires, Argentina 
Debut en Primera División (River): 28/5/00 (vs. Unión de Santa Fe) 
Perfil: Zurdo
Altura: 1,74 
Peso: 69 kg. 
Partidos jugados en River: 98
Goles en River: 23
Títulos en River: Tres (nacionales – Clausura 2000, 2002 y 2003)
Títulos en su carrera: River (3); Internacional (10); Selección Nacional (2).
Clubes donde jugó: Wolfsburgo (Alemania); Portsmouth (Inglaterra); Zaragoza (España); San Lorenzo e Internacional (Brasil). Además, jugó en selecciones juveniles y mayor. 


quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

03/02/2016 18h56 - Atualizado em 03/02/2016 18h56

D'Ale escreve carta de despedida: “Caso de amor inesquecível”

Argentino fez publicação no Facebook após ter a transferência para o River oficializada

Por Porto Alegre
D'Alessandro se despede da torcida do Inter pelo Facebook (Foto: Reprodução / Facebook)D'Alessandro se despede da torcida do Inter pelo Facebook (Foto: Reprodução / Facebook)
Um “caso de amor inesquecível” entre jogador e torcida. Foi com esses termos que D’Alessandro se despediu do torcedor colorado por meio de mensagem publicada no Facebook nesta quarta-feira, logo após ter a saída oficializada para o River Plate por empréstimo. 

– Estou diante do maior desafio da minha vida. Jamais pensei que dizer ou escrever essa frase seria tão difícil: Estou de saída do Internacional. (...) Nosso caso de amor foi inesquecível logo na primeira vez que joguei pelo Inter – publicou na rede social. 

D’Alessandro sai por empréstimo pelo período de um ano ao clube argentino. A confirmação da transferência ocorreu em entrevista coletiva concedida na tarde desta quarta. 

O argentino terá a chance de se despedir da torcida na noite desta quarta-feira. O argentino seguirá concentrado e, segundo ele, será opção para Argel para a partida das 21h45 diante do São José, no Passo D'Areia, pela 2ª rodada do Gauchão. 
Confira a carta de D’Alessandro 

Colorados!
Estou diante do maior desafio da minha vida. Jamais pensei que dizer ou escrever essa frase seria tão difícil: Estou de saída do Internacional !! Eu sabia que esse dia iria chegar em algum momento, em alguma circunstância... tentei me preparar para essa hora, mas não tem como: é difícil dizer "tchau" para o lugar em que fui mais feliz em minha vida. Dizer que estou emocionado seria redundante... Chorei muitas vezes até tomar essa decisão... Não sai da minha cabeça todos os momentos que vivemos desde aquele 30 de julho de 2008, data que desembarquei pela primeira vez em Porto ALEGRE. Nem nos meus maiores sonhos de infância sonhei que seria tão bem quisto em um lugar longe da minha casa.

Jamais vou esquecer da recepção que vocês me fizeram no aeroporto, jamais vou esquecer daqueles torcedores que se penduraram na arquibancada para pegar um autógrafo meu naquele Inter x Santos, no Beira-Rio. Eu sequer havia vestido a camisa do clube e já estava sendo tratado como um rei. Aquilo foi inacreditável para mim. Não tenham dúvida que esse carinho que recebi logo no primeiro contato esteve na minha mente em todas as 340 partidas em que vesti com o maior orgulho do mundo a camisa colorada.

Nosso caso de amor foi inesquecível logo na primeira vez que joguei pelo Inter. Estrear em um Gre-Nal. Não poderia ter sido mais bonito o início da minha história no clube. Também lembro até hoje do primeiro gol. Foi contra o Botafogo, no Engenhão! Jogada do Guiña com o Taison, recebo na entrada da área, avanço, corto para o meio, dou uma última ajeitada na bola com a canhota e chuto cruzado, rasteiro. Que emoção! Nunca imaginei que viria a fazer outros 75 gols.

A primeira vez que balancei a rede contra o Grêmio também foi marcante. No Gre-Nal 373, ganhamos por 4 a 1 e pude fazer meu primeiro gol nesse que é um dos confrontos de maior rivalidade no mundo! Desde pequeno, as grandes rivalidades sempre me fascinaram. Quando entro em campo para jogar com o maior rival, sempre sinto uma sensação diferente. Graças a Deus, eu fui muito feliz na maioria das vezes que joguei Gre-Nal. Tenham a certeza que cada um dos clássicos que defendi o Inter foram diferenciados.

Quando assinei com o Inter, uma coisa eu tinha certeza: ia levantar taça! Esse é uma garantia que você tem quando assina com um dos maiores clubes do mundo. Minha previsão demorou pouco tempo para se confirmar. Aquela decisão contra o Estudiantes, pela Sul-Americana de 2008, foi de arrepiar! O ambiente criado no Beira-Rio foi sensacional. Um baita time + uma torcida sensacional. Impossível ter outro resultado: CAMPEÃO!

Em 2009, passei a usar a camisa 10! Que responsabilidade enorme! Também foi a vez de conhecer o Campeonato Gaúcho. Nossa jornada beirou a perfeição. Entramos em campo 21 vezes e ganhamos 18. Campeões invictos! Foi muito bom! E quem diria que viria mais por aí? Ao longo da minha carreira pelo Inter, ganhamos seis dos sete Campeonatos Gaúchos que disputamos.
Durante esses sete anos e seis meses que fiquei no Inter, jamais encerramos uma temporada sem ganhar título. E para falar de conquistas não posso deixar de mencionar como 2010 foi um ano especial. A Copa Libertadores me fascinava desde menino. É uma competição que tem extremo valor na Argentina (e no Brasil também). Nossa jornada de 2010 foi repleta de momentos especiais. 

Na fase de grupos, fizemos uma campanha como mandam os manuais: três vitórias em casa, três empates fora. Classificados, na liderança do grupo. Veio o mata-mata e o bicho pegou! Logo de cara, o Banfield. Um adversário difícil, em um campo difícil. Sofremos muito no jogo de ida, com o poder do rival e com erros de arbitragem. Teríamos que reverter um placar adverso de 3 a 1 para que nosso sonho não terminasse ali. E aí voltou aquele ambiente infalível: time com sangue no olho + torcida fantástica. 2 a 0, passamos, e ganhamos muita força!

Nas quartas-de-final, outro argentino, o Estudiantes! Missão duríssima. Na ida, no Beira-Rio, insistimos até o fim e fomos premiados com um gol do Sorondo, aos 42 minutos do segundo tempo. Na volta, uma verdadeira batalha! Perdíamos a vaga até os 43 minutos do segundo tempo. Mas veio o gol! Passamos de forma heroica e cada vez mais sentíamos que estávamos no caminho certo!

Veio a semifinal com o São Paulo. Dois jogos duríssimos. Mais uma vez repetimos a dose! Vitória mínima em casa, derrota com gols fora! A torcida colorada outra vez deu show. Eram mais de 2 mil presentes no jogo de volta, no Morumbi. Uma festa linda!

Chegou a final e sabíamos que não poderíamos parar por ali. No México, conseguimos ganhar do Chivas de virada e encaminhamos a taça. No Beira-Rio, outro jogo duríssimo, mas ganhamos de novo! Campeões da Libertadores! Um momento mágico.

E 2010 não parou por aí. Além das conquistas coletivas, o timaço do Inter me ajudou a ganhar distinções individuais. Fui escolhido o melhor meio-campista do Brasileirão e das Américas. Ainda ganhei o prêmio de melhor jogador das Américas. O título mundial não veio, ficou esse gostinho amargo, mas o amanhã é imprevisível. Quem sabe um dia, em alguma outra ocasião, eu não estarei junto com o Inter outra vez para pagar essa conta?

Os anos foram passando e minha identificação com o Inter não parava de crescer. Em 2012, passei a ser o capitão. Uma responsabilidade imensa. Na época, eu só pensava em quantos craques tinham usado aquela braçadeira. Logo no Campeonato Gaúcho já tive a responsabilidade de levantar a primeira taça nessa nova condição.

Em 2013, experimentei uma sensação que não conhecia. A de ser o goleador. Foi um ano em que estive com a pontaria afiada. Fiz gol no Gauchão, No Brasileiro e na Copa do Brasil. Foram 20 gols, uma marca significativa para um meia... Terminei como artilheiro da temporada!

Veio 2014 e mais um momento marcante. Estreávamos o novo Beira-Rio. Um amistoso contra o Peñarol e um ambiente repleto de história. Coube a mim a honra de fazer o primeiro gol da história da nossa nova casa! O resultado do jogo? Ganhamos! Mais uma vez!

Minha história no Inter rompeu a barreira das quatro linhas. Fiquei esse tempo todo aqui não apenas pela identificação que criei com o clube. Foi muito mais que isso! Em Porto Alegre, finquei raízes. Minha família foi muito bem tratada aqui. Nós, argentinos, com toda a rivalidade que se diz entre os dois países, vivemos anos maravilhosos aqui! Posso dizer que sou gaúcho de coração! Sou porto-alegrense (até título de cidadão da cidade ganhei). Meu filho, Gonzalo, nasceu aqui! É brasileiro, gaúcho e, claro, COLORADO!

Agora, chegou a hora de voltar para as minhas raízes. Para deixar o Inter, eu só poderia ir para o dono da outra metade do meu coração: o RIVER PLATE. Um clube que me deu tudo quando eu não tinha quase nada. Um clube que me abriu as portas para o mundo, me deu a oportunidade de seguir a profissão que sempre sonhei. É com muito orgulho que voltarei a Núñez, é com muita alegria que voltarei a reencontrar pessoas que foram importantíssimas no início da minha carreira, é com muita felicidade que voltarei a estar perto de minha família e dos meus amigos de infância.

Chegou a hora de um novo desafio! Campeonato Argentino, Copa Libertadores e Recopa! Vamos com tudo! Vai ser emocionante voltar a vestir a sagrada rojiblanca, vai ser emocionante voltar a sentir a hinchada Millonaria.

Saio de Porto Alegre, mas o Inter, os colorados, e todos que me deram carinho jamais vão sair do meu coração. Estarei aqui do lado, não mais jogando, mas torcendo muito pelo colorado! Não tenham dúvida que em todo o planeta não encontrarão um argentino mais fanático pelo Inter do que eu! E isso não é um adeus, mas sim, um ATÉ LOGO!!! MUITO OBRIGADO POR TUDO! SEREI ETERNAMENTE GRATO!!!.


terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

02/02/2016 18h54 - Atualizado em 02/02/2016 19h30

Anderson prevê jogo mais rápido no campo sintético e pede "bola no pé"

Meia diz que maioria da equipe atuará com chuteira de trava normal nesta quarta

Por Porto Alegre
O gramado sintético mudará  o estilo do jogo, na visão dos jogadores do Inter. A partida no Passo D'Areia será mais rápida, pela velocidade que a bola ganha. Até por isso, a ordem é  tentar o “passe no pé” do companheiro, para evitar desperdiçar a jogada e devolver a bola ao São José-RS.
Para minimizar as adversidades, o Inter trabalhou na tarde desta terça-feira no estádio da partida de quarta. O exercício serviu para os jogadores entenderem como a bola  rola e o solo do campo. Anderson alertou sobre as dificuldades que  o Inter  enfrentará:

- A bola corre e quica mais. Às vezes segura. Se estiver calor, pode queimar. Vamos buscar fazer o simples e tocar em cima do companheiro para facilitar o domínio.
Anderson em entrevista coletiva no Passo D'Areia  (Foto: Tomás Hammes)Anderson em entrevista coletiva no Passo D'Areia (Foto: Tomás Hammes)


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No treino, Anderson utilizou chuteira padrão “society”, com a trava mais baixa. Porém, pela irregularidade do piso e a possibilidade de chuva, já optou. Entrará em campo com a tradicional, de trava mais alta:

- Vou jogar de chuteira. Caso chova, ficará complicado. Estará escorregadio. A maioria jogará assim.

A partida entre São José-RS x Inter começa às 21h45 desta quarta-feira no Passo D'Areia. Além de valer pela segunda rodada do Gauchão, também está em disputa o título da Recopa Gaúcha.

domingo, 31 de janeiro de 2016

Perfume de gols30/01/2016 | 09h05

Goleador e destaque da Copa São Paulo: Yan Petter, o guri promovido por Argel

Técnico do Inter elogiou atuação do meia-atacante na competição da base e no jogo-treino diante do Danubio

Goleador e destaque da Copa São Paulo: Yan Petter, o guri promovido por Argel Ricardo Duarte/Inter/Divulgação
Foto: Ricardo Duarte / Inter/Divulgação
Com perfume de gol. Assim Argel definiu sua mais nova promessa. Os 21 jogadores que o técnico colorado costuma exaltar, que cresceram na base do Inter e estiveram na pré-temporada nos EUA neste início de temporada, agora, têm Yan Petter como companheiro de elenco. A desenvoltura do meia-atacante em campo diante dos uruguaios do Danubio, na quarta-feira, rendeu-lhe um convite para treinar entre D'Alessandro e seus recentes colegas de juvenil, Andrigo e Bruno Baio. 

– Gostei da atuação dele, quero vê-lo mais de perto. Achei ele um jogador rápido, bom finalizador. Uma coisa é você ver na TV, outra é treinar junto. Gostei do faro que ele tem, do perfume de gol. Finaliza muito bem, parecido com Vitinho. É uma seta sempre apontada para o gol adversário – resumiu o treinador colorado em entrevista coletiva após o treino de sexta. 

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Perfumes, cheiros e sinalizações à parte, Yan Petter surge em uma espécie de recomeço da carreira aos 19 anos, que começou no Beira-Rio em 2006. Por estresse, fraturou os dois pés e teve de deixar os gramados por 10 meses entre 2013 e 2014. Usou parte da temporada passada para recuperar-se, voltar a jogar com intensidade e recuperar um lugar entre os titulares da categoria. Recebeu de Carlos Leiria a primeira grande oportunidade após a lesão pela Copa São Paulo de Futebol Junior no início deste ano. Virou protagonista daquele time – que parou no Corinthians pela quarta fase –, fez gol e virou os holofotes para si. 

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Nas atuações, uma herança de um passado nem tão distante: aquele meia articulador, que aparece com frequência pelos lados do campo, ainda traz cacoetes de lateral-esquerdo, posição que o fez levantar a taça pela seleção no Sul-Americano aos 15 anos. 

– A origem dele é na lateral esquerda. Depois, foi para o ataque. É um jogador que pode fazer a extrema, pelos lados do campo. Yan tem resgate da marcação – disse José Leão, treinador de Yan Petter por cinco anos. 

Ex-técnico do jogador, Clemer também elogia o "atleta diferenciado" que Argel subiu ao profissional: 

– O Petter é um jogador versátil e que também se destaca pela obediência tática. Se ele trabalhar melhor sua competitividade, tem tudo para deslanchar no grupo principal, até porque tecnicamente é um atleta diferenciado – garante o ex-goleiro, hoje à frente do Glória pelo Gauchão. 

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O pedido de Argel, porém, não garante que Yan Petter seja um dos relacionados para a disputa do Gauchão. Em um primeiro momento, a lista de incritos não conta com o meia-atacante. Apesar das três vagas que restam, a direção colorada é cautelosa em relação ao jogador. Teme que a rápida ascensão reflita negativamente em campo e prefere deixar em aberto a possibilidade de o torcedor colorador ver Yan pelo Campeonato Gaúcho. 

– Fez uma boa taça São Paulo. Argel gostou dele no treino contra o Danubio, mas temos de ter cuidado para não antecipar o que não pode antecipar – explicou o vice de futebol do Inter, Carlos Pellegrini. 

"Até as próximas semanas deve ter alguma situação definida", diz Alisson sobre ida para a Roma

Mas, no que depender do histórico do jogador na base colorada, a "veia goleadora" de Sasha poderá ser vista no meia-atacante de cabelo moicano. 

– Ele sempre fechava a temporada comigo como goleador do time – finalizou Leão.

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Se tudo correr de acordo com os planos de Argel, nas próximas temporadas, o torcedor colorado terá um nome composto para torcer: Yan Petter. 

VALDÍVIA DESABAFA CONTRA JORNALISTA GAÚCHO E EXPLICA EPISÓDIO COM FÃ

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Sempre pronto para uma brincadeira e acostumado a divertir a todos com o seu jeito irreverente, Valdívia, dessa vez, teve que falar sério. O meia usou o seu Instagram, palco de tantas risadas e diversões, para explicar um episódio envolvendo um fã que acabou ficando sem uma foto com o seu ídolo.
Ele aproveitou a ocasião para também responder a um jornalista do Grupo RBS de comunicação, detentor do jornal Zero Hora, que afirmou que o meia teria se recusado a tirar uma foto com uma criança.
Leia abaixo a íntegra do texto escrito e divulgado por Valdívia. O meia segue em recuperação de uma lesão ligamentar no joelho e só deve voltar aos gramados em maio.
“Quero aqui esclarecer uma história que foi contada e que nem eu sabia! O jornalista Tulio Milmann publicou na Zero Hora de hoje que eu “ME NEGUEI A TIRAR FOTO COM UMA CRIANÇA”. Estive ontem no estádio no jogo do Inter para ver o jogo e atendi todos os torcedores que vieram falar comigo! Quem me conhece um pouquinho sabe o quanto gosto do carinho de torcedores e uma prova disso é que estou todos os dias aqui no Instagram mantendo de certa forma algum contato com vocês.
Me surpreende que algo desse tipo saia em um jornal como se fosse verdade sem que eu sequer seja consultado! O que aconteceu ontem (se é que aconteceu algo) no caso do menino foi que ele chegou em mim, assim como fizeram diversas outras pessoas, e pediu para tirar uma foto. Eu disse que não tinha problema, só que ele estava sem telefone ou máquina para tirar foto. Aí pedi que ele trouxesse e não teria problema em tirar a foto. Porém, o menino não voltou mais.
Sr Tulio, realmente não estou acostumado a ser ídolo, pois estou no começo da minha carreira, tenho humildade e sei que ainda falta muito para isso. Gostaria muito de conversar com o Pelé, mas sobre diversos outros assuntos, pois jamais me compararia a ele. Há pouco tempo, eu ainda era mais um fã de vários jogadores e sei o quanto é legal ser correspondido, por isso, quando alguém me aborda, sempre faço questão de atender. Procure um dia me conhecer pessoalmente para ver como trato as pessoas que gostam do meu futebol antes de julgar.”
Fonte: Torcedores.com