domingo, 28 de agosto de 2016


por Maurício Saraiva

Ariel Sport x InterNão há o que reclamar; depois de fazer um primeiro tempo bom, na medida do possível, o Inter desistiu do jogo completamente por 45 minutos. Sofreu o empate no último lance do tempo normal e não pode, por qualquer lógica ou sensatez, reclamar do que viveu. Cedeu o empate porque não reteve a bola na frente em momento algum da segunda etapa. Valdívia cansou e ficou em campo. Ariel, quero ter cuidado, entrou e o Inter passou a ter um jogador a menos. Ele não consegue prender a bola na frente e, não bastasse, perdeu um gol que seria o 2x0 colorado. Errou muito, suou em bicas. Foi uma atuação do nível das piores dos 13 jogos anteriores a este que o Inter vencia no susto, quase no grito.

Celso Roth se repetiu no que virou seu rótulo, que, aliás, considero injusto. Porém, desta vez, na ânsia de proteger a vitória frágil que conqusitava, não deu ao time qualquer solução ofensiva para evitar a pressão de um Sport nervoso, inseguro e incompetente. Numa falta inútil cometida por Fernando Bob, que entraria para trancar a rua de vez no lugar de Valdívia e substituiu William, esgotado, o Sport empatou. Não jogou bem para isso, mas tentou jogar futebol enquanto o visitante não tentou, desistiu, só se baseou em sua capacidade de resistir.

O Inter está, com justiça, na zona do rebaixamento.

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