segunda-feira, 17 de junho de 2013

Os nome de Dunga17/06/2013 | 10h46

Deivid, Vágner Love, Saviola, Nilmar: os pedidos de Dunga para reforçar o Inter

Nomes do país e estrangeiros fazem parte da lista do treinador para a direção colorada

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Deivid, Vágner Love, Saviola, Nilmar: os pedidos de Dunga para reforçar o Inter Juan Mabromata, Fifa, Fred Dufour, Bruno de Lima, Daniel Garcia, Márcia Feitos/AFP, Divulgação, AFP, VIPCOMM, AFP, VIPCOMM
Lista de Dunga inclui nomes brasileiros e estrangeiros Foto: Juan Mabromata, Fifa, Fred Dufour, Bruno de Lima, Daniel Garcia, Márcia Feitos / AFP, Divulgação, AFP, VIPCOMM, AFP, VIPCOMM
Salvo uma ou outra exceção, são nomes para lotar aeroporto. A lista de contratações de Dunga dá ideia do tamanho das pretensões do técnico para o restante do Brasileirão.
Alguns indicados são conhecidos do noticiário do Inter, casos como Julio Baptista, Robinho e Adriano — esse ainda em conversas com o clube —, mas há sugestões novas, como Scocco, atacante destaque do Newell's Old Boys, da Argentina, e Barrios, que brilhou no Colo Colo, do Chile. Por enquanto, o mais próximo é Cléber, da Ponte Preta, eleito o sucessor de Rodrigo Moledo, já vendido para o Metalist, da Ucrânia.
Confira a lista de reforços pedidos por Dunga:
Os brasileiros:
Adriano — É a grande aposta. Se der certo, Dunga se consagra. A questão é que desde junho de 2010, quando trocou o Flamengo pela Roma, não consegue jogar regularmente. As seguidas confusões e a cirurgia no tendão de Aquiles o afastaram dos campos. Aos 32 anos, mostra interesse em voltarr a brilhar.
Cléber — Zagueiro de 1m83cm e 22 anos. É alvo de cobiça dos grandes brasileiros. A Ponte Preta acertou sua venda para o Basel, da Suíça, mas ele se recusou a deixar o Brasil. Pretende seguir por aqui, em um clube de primeira linha. O fato de brecar a transferência o deixou sem ambiente no Moisés Lucarelli. Seria o substituto de Moledo.
Diego — Outro da segunda geração os Meninos da Vila. Tem 28 anos, é espécime rara, de meia armador clássico, o camisa 10. Recuperou o bom futebol na Europa pelo Atlético de Madrid. Voltou ao Wolfsburg na última temporada, em que manteve o bom nível. Seu nome ainda é lembrado em Madri e são grandes as chances de voltar ao Atlético.
Deivid — Reconhecido pelos gols perdidos no Flamengo, Deivid encontrou sossego no Coritiba, embora ainda, vez ou outra, desperdice gols inacreditáveis. Completa 33 anos em outubro e parece mais uma solução emergencial. Seu currículo é vasto: Corinthians, Flamengo, Cruzeiro, Sportng-POR, Fenerbahce e Bordeaux, para citar os mais relevantes.
Fernandão — Foi o autor do primeiro gol do Bahia na vitoria de 2 a 1 sobre o Inter, há três semanas. Destacou-se no Guarani-SP na largada da Série B 2011. Fez cinco gols e foi buscado pelo Palmeiras. Não se firmou no Parque Antárctica e está desde abril no Bahia. Tem 26 anos e 1m92cm.
Julio Baptista — Joga em todas do meio e até de centroavante. Foi jogador de confiança de Dunga na Seleção Brasileira. O Málaga, da Espanha, está alijado das competições internacionais pela Uefa devido às dívidas. Como passa por reestruturação financeira, aceita liberar o brasileiro. O problema é que Júlio Baptista pede alto para voltar.
Luis Fabiano — Está de saída do São Paulo. Despediu-se da torcida ao final do 1 a 1 com o Grêmio na Arena. Seu destino deve ser a Turquia, no Galatasaray, ou o Olympiacos, da Grécia. Aos 32 anos, deixa o Morumbi como quinto maior artilheiro do clube: 173 gols em 240 jogos.
Marlos — Meia, completou 25 anos no dia 7 de junho. Está no Metalist desde janeiro de 2012 e assinou com os ucranianos por cinco anos. Surgiu como craque no Coritiba, saiu após litígio e chegou ao São Paulo, onde nunca se firmou. Tem o drible, a velocidade e o estilo agudo como característica.
Robinho — Sonho de consumo de Dunga. Foi seu jogador na Seleção Brasileira e recebeu a distinção de ser o bilho de um Seleção extremamente coletiva. Robinho completa 30 anos em janeiro sem nunca ter sido o craque que prometeu. Está no Milan, mas insatisfeito. Foi reserva em boa parte da última temporada.
Vágner Love — Outro da confiança de Dunga, que o bancou na Seleção mesmo sem marcar gols. Love era o centroavante na conquista da Copa América em 2007, na Venezuela. O problema é que voltou para o CSKA Moscou no início deste ano. Ídolo na Rússia, dificilmente seria liberado para voltar. Admitiu ter sido procurado pelo Inter.
Os estrangeiros:
Barrios — É típico produto do Cone Sul: argentino naturalizado paraguaio, despontou no Colo Colo, do Chile, na temporada 2008/2009. Tem 28 anos e é atacante goleador. Trocou o Colo Colo pelo Borussia Dortmund em 2012, onde também teve destaque. Mas aceitou proposta milionária do Evergrande Guangzhou, da China, e entrou numa roubada. Pelo limite de estrangeiros, tem jogado pouco.
Ignácio Scocco — Atacante, 28 anos e 1m75cm. É de movimentação, mas tem faro de gol. Destaque do Newell's, seu nome é pedido na seleção argentina. Alejandro Sabella, porém, alega que para sua posição a concorrência é forte: Messi, Aguero, Higuain, Tévez. Em 2012. fez dois gols no Brasil nos jogo de ida no Superclássico. Em abril, o Newell's exerceu a preferência e pagou US$ 3 milhões ao Al Ain-EAU por Scocco.
Lisandro Lopez — Centroavante de 30 anos e 1m73cm, saiu do Racing, de Avellaneda, para fazer sucesso na Europa. Mas transita à sombra dos compatriotas no lado de lá do Atlântico. Apesar do sucesso, principalmente pelo Porto, nunca figurou com destaque na seleção. Está desde 2009 no Lyon, de onde pretende sair. Porto Alegre seria alternativa agradável por ficar perto de Buenos Aires.
Saviola — Atacante de 31 anos, está com contrato por encerrar com o Málaga. O clube espanhol não mostrou interesse na renovação. Saviola foi companheiro de D'Alessandro na conquista do Mundial Sub-20, em 2001. Saíram, inclusive, da mesma fornada de talentos do River no início dos anos 2000, que tinha ainda Pablo Aimar. Jogou, entre outros, por Barcelona, Real e Benfica na Europa.
Os "de casa":
Alex – Aos 32 anos, é outro que desfruta as benesses do futebol catare. Está no Al Gharafa e tão cedo não pensa em voltar ao Brasil.
Nilmar — O Inter o monitora, sabe até que comprou uma Lamborghini para andar pelas ruas de Doha, no Catar, onde joga pelo Al Rayyan. Está adaptado ao futebol do Oriente Médio, apesar da pouca competitividade. A tranquilidade e o salário milionário, porém, o fazem deixar em segundo plano a volta ao Brasil.

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