sábado, 13 de outubro de 2012


13/10/2012 12h35 - Atualizado em 13/10/2012 12h35

Inter celebra retorno do bom astral e projeta nova era: 'O sorriso voltou'

Colorado acredita que time entrará mais motivado atrás do objetivo após ter vencido o Atlético-MG

Por Tomás HammesPorto Alegre
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Fred marca na goleada sobre o Atlético-MG (Foto: Alexandre Lops / Inter, DVG)Inter ocupa o sexto lugar no Brasileirão (Foto:
Alexandre Lops / Inter, DVG)
O que poderia ser melhor para manter o bom momento e a motivação do vestiário do Inter do que, após derrotar o então vice-líder Atlético-MG, enfrentar o lanterna Atlético-GO e, na sequência, o vice-lanterna Figueirense? O cenário indica duas novas vitórias o que faria, pela primeira vez no Brasileirão, o time encarreirar três triunfos consecutivos. O Colorado se cerca de cuidados para os desafios, mas ressalta que chegou o momento de embalar.
A sequência com os dois times de menor pontuação no nacional não é vista como um facilitador para o time gaúcho. Fernandão, entretanto, entende que, após tantas oscilações na competição, se o time quiser mesmo lutar para alcançar o G-4, é primordial enfileirar os triunfos:
– Mesmo se a gente jogasse com outros times era necessário vencer. É a reta final. Nós precisamos encaminhar vitórias, o que não fizemos em todo o campeonato. Já tivemos diversas oportunidades e não fizemos. Ninguém vai menosprezar o Atlético-GO, como não faremos com o Figueirense.
A receita foi até apresentada. Repetir a mesma vontade demonstrada contra o Galo. O jogo da última quarta-feira, aliás, é visto como exemplo para os nove confrontos restantes. Fernandão entende que os três pontos diante de um dos líderes do Brasileirão elevaram a confiança do grupo
– Vencer o Atlético-MG, então vice-líder, sendo que a gente estava com tantos desfalques, aumentou a confiança. O grupo se olha e acredita que as coisas vão acontecer. O sorriso volta. É um bom sinal para este final.
Em sexto lugar no Brasileirão com 45 pontos, cinco atrás do Vasco – quarto e último que estaria garantindo uma vaga à Libertadores, e quatro do São Paulo,quinto lugar -, o técnico evita fazer uma projeção de quantos pontos a equipe precisará acumular até o término do campeonato para se classificar ao torneio sul-americano. Ele reitera a necessidade de pensar apenas no próximo adversário:
– Não tem mais como trabalhar pontuação. A gente não sabe onde São Paulo e Vasco vão chegar. Tem que pensar jogo a jogo. A porcentagem saiu de 1% para 6%. Já melhorou.

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